segunda-feira, 22 de setembro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Killers (2014)
Vi ontem no Motelx
aquele que poderá ter sido um dos melhores filmes do festival.
Surpreendentemente a sala não era a maior e não estava cheia. Por alguma razão
há de ter sido.
Killers é apresentado
como a nova obra de The Mo Brothers, a dupla de cineastas indonésios que anda a
tomar o cinema asiático de assalto. Mostra um filme nu, cru, frio e nada longe
do sádico. Com uma mensagem tão aterrorizante quanto a violência explícita das
suas imagens.
É um filme que preza
pela cinematografia, banda sonora, alguns planos excepcionalmente bem conseguidos
e um bom desempenho geral de todo o cast. Pode deixar um bocado a desejar com o
seu final abrupto, mas no fim saí da sala com uma sensação de satisfação. É um
filme aconselhável a qualquer fã do Thriller
asiático.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
DEAKINS: Shadows In The Valley
Um tributo à obra de
Roger Deakins, conceituado director de fotografia. Uma série de verdadeiras guloseimas
para a retina, onde cada frame é digno de estampar em qualquer parede.
Editado por: Plot
Point Productions
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
quinta-feira, 24 de julho de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
5 Broken Cameras (2011)
Narrado e
testemunhado em 1º pessoa, desde o início da ocupação israelita a uma aldeia
palestiniana. O crescer da tenção, revolta e frustração por parte dos
camponeses enquanto testemunham a ocupação das suas terras pelo exército
israelita para a construção de aldeamentos (israelitas). Uma luta de força
desproporcionais ao ponto do sadismo, de um lado, contra toda a originalidade possível
de desempenhar por parte das populações.
Emad observa através
do seu ímpar olhar o desenvolver de um conflito, a semente de um ódio que hoje
é inevitável. Documenta os acontecimentos desde o 1º dia em que as tropas
israelitas chegam à sua terra, bem como, em paralelo, o crescimento do 3º filho
desde o dia do seu nascimento. É uma forma “perfeita” de ilustrar o conflito.
Consegue demonstrar as repercussões que toda aquela guerra tem sob os habitantes
da zona, mas também ajuda a compreender onde nasce o ódio, a vingança e a
frustração. Usa o olhar de uma criança e consegue explicar a direcção para a
qual aquele conflito se encaminha.
Ao longo
do documentário Emad faz uso das suas câmaras até o momento em que cada uma
delas é despedaçada pelas tropas israelitas. O final de uso de cada uma marca
um capítulo fechado na história daquela população. Seja esse capítulo fechado
por uma nova carga militar ou simplesmente um tiro de sniper, geralmente o início
de um novo marca um crescente de desmesurado uso da força militar. No fim de
contas o problema com que se deparam é nada mais que uma ocupação territorial e
uso e abuso de força contra civis desarmados. Quer dizer, armados… com pedras.
Se este
não é o género ideal de documentário então não sei qual será. O olhar de um vídeo
amador, de quem vive e luta contra um problema. Se querem tentar perceber o que
pode levar um homem ou mulher cometer suicídio ou juntar-se a uma causa armada,
se querem tentar compreender qual o nível de desespero que uma pessoa pode
suportar… podem começar por aqui.
“Healing is a
challenge in life. It's a victim sole obligation. By
healing, you resist oppression. But when I'm hurt over and over again, I forget
the wounds that rule my life. Forgotten wounds can't be healed. So I film to
heal. I know they may knock at my door at any moment. But I'll just keep
filming. It helps me confront life. And survive.” – Emad Burnat
segunda-feira, 21 de julho de 2014
dual wielding machine guns horse riding?
Foi demais
para mim…
No próximo filme quero ver um macaco fazer
melhor que isto!
Ou isto…
E talvez, um dia, faça parte do elenco.
sábado, 19 de julho de 2014
Temas #1 - John Williams - Star Wars Main Theme (1977)
Aquela pequena
composição que ao primeiro segundo de audição é invariavelmente arrastada para
um lugar na nossa memória, geralmente associada a um filme que desde logo
queremos rever. Temas que definem obras e sem os quais é impossível conceber a
sua existência. Uma ligação entre dois mundos, duas artes, duas composições.
Era inconcebível começar esta “rubrica” por outro tema que não fosse aquele que é talvez o maior hino sonoro da 7ª arte. Não digo que seja o melhor, mas é sem dúvida o mais reconhecido! Assim, por este exemplo é fácil de explicar. Duas notas e uma corrente viva de memórias percorre rapidamente os neurónios.
Era inconcebível começar esta “rubrica” por outro tema que não fosse aquele que é talvez o maior hino sonoro da 7ª arte. Não digo que seja o melhor, mas é sem dúvida o mais reconhecido! Assim, por este exemplo é fácil de explicar. Duas notas e uma corrente viva de memórias percorre rapidamente os neurónios.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
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